Com o grande consumo de produtos químicos nas indústrias se faz necessário à adoção de algumas medidas de proteção quanto ao seu armazenamento, manuseio e uso dos mesmos. Desta forma as fichas de informação sobre a segurança dos produtos químicos se tornam necessárias. Contudo existem normas e procedimentos para a elaboração das mesmas, que são fundamentadas em um programa constituído na Conferência das Nações Unidas – Agenda 21.

No entanto não temos meios de controle e verificação se isto está sendo feito ou repassado aos compradores de produtos químicos, deixando assim as pessoas que manipulam determinado produto sem nenhum conhecimento dos riscos aos quais estão expostas.

Apenas o cumprimento das normas que regulamentam as fichas informativas não é suficiente para garantir a segurança de quem o manipula, é preciso que as mesmas sejam repassadas aos seus compradores ou mesmo quando isso não ocorre, devem ser solicitadas pelo consumidor.

Os profissionais que montam as fichas devem ter total conhecimento do GHS, independente do fornecedor a informação apresentada dos perigos e pictogramas necessários tem que estarem corretos para que pessoas que manipulam os produtos estejam conscientes dos riscos que estão expostos. E sabendo que a legislação pode sofrer atualizações estarem sempre atentos a cada mudança e fazer revisões de suas fichas.

Sabendo que ABNT NBR 14725:2014 é o único documento em português para adoção do GHS quanto à classificação de perigo, é de suma importância que esta seja incorporada de maneira clara e objetiva, para um melhor entendimento das pessoas que usufruem desses dados.

Faz-se necessário a preocupação do comprador e diretoria fiscalizar o envio e até mesmo fazer o pedido de envio da FISPQ junto com o produto químico, criando então uma rotina na hora da compra.

A fiscalização e cobrança de se ter a ficha de informações de segurança de produto químico tem que ser mais eficaz, cobrando e fiscalizando realmente as empresas que utilizam produtos químicos.